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Vencemos!

Parece que o pessoal realmente curtiu o nosso “Segredo dos Diamantes” no Festival de Gramado. O longa levou o prêmio de Melhor Filme pelo júri popular – mostra que estamos no caminho certo para agradar o público quando chegarmos às telas em Dezembro.

Parabéns Helvécio! Parabéns equipe! Parabéns atores! E parabéns pra mim também, caramba!

Que venha Dezembro!

Os vencedores do Festival de Gramado, 2014. E entre eles o super Helvécio!

Os vencedores do Festival de Gramado, 2014. E entre eles o super Helvécio! Diamantes! Viva!

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‘Segredo dos Diamantes’ ganha data de lançamento

Meu filme com Helvécio Ratton, “O Segredo dos Diamantes”, finalmente ganha sua data de lançamento: dia 18 de Dezembro. O longa também vai participar do Festival de Gramado onde a atriz Manoelita Lustosa será homenageada antes da exibição do filme. Vai ser emocionante!

Estado de Minas

 

Sei que existe toda a questão da competição (o longa entrou na mostra competitiva do festival), mas estar entre os oito selecionados já é um presentão. Olha o que dizem no site do festival:

“É a melhor seleção de filmes que a gente fez nos últimos anos”, disse o curador Rubens Ewald Filho, durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira pela manhã na Cinemateca Paulo Amorim (Casa de Cultura Mário Quintana). No encontro, foram anunciados os selecionados à 42ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que ocorre de 8 a 16 de agosto, na cidade serrana. “Fomos muito rigorosos em nossos critérios de avaliação. Se tivéssemos espaço, teríamos mais quatro ou cinco filmes em competição, sem comprometer a qualidade”, ainda comentou Rubens.

Dos 794 inscritos para as mostras competitivas, foram escolhidos oito longas-metragens nacionais, cinco latino-americanos, 15 curtas-metragens nacionais e 17 curtas gaúchos (Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema). A qualidade das produções deste ano são resultado de uma boa safra do cinema brasileiro e latino.”

Não é pra se encher de orgulho?!

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Escrevendo Curtas agora na Amazon

Meu primeiro livro, “Escrevendo Curtas” acaba de chegar à Amazon numa nova edição especialmente formatada para Kindles e para o iPad/iPhone. Fiquei muito feliz com o resultado final.

E como foi isso? O livro estava esgotado há tempos e eu batalhava com a editora por uma nova (e atualizada) edição. Quando o contrato venceu, achei que estava perdendo tempo. Por que não simplificar e lançar um e-book?

Conteúdo atualizado, capa nova, navegação inteligente… O livrinho segue com força total e, pra minha surpresa, vendendo bem! No primeiro dia, logo de cara, já vendeu alguns exemplares – isso sem divulgação nem nada. Como pode isso? Mistérios do mundo digital…

Quem quiser conhecer o meu “Escrevendo Curtas” basta clicar aqui.

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Esquentando os motores

Existe um longo e desconfortável hiato entre o meu trabalho e o início da produção de um longa-metragem. Não é assim quando o roteiro começa a ser escrito. Da fagulha inicial, à transposição dela para uma folha de papel, comigo, não costuma durar mais que alguns meses – dependendo do projeto, algumas semanas. O problema é quando, depois de tudo isso, meses de pesquisa, entrevistas, rascunhos, argumentos, tratamentos e mais tratamentos do roteiro… morremos na praia. Pode acontecer. O produtor se desinteressou, o diretor não quer mais dirigir, o tema ficou batido… Mas há sempre a pontinha de esperança de que um dia o filme volte à vida. Fazer o quê? Graças a Deus essa tristeza foi rara por aqui. Diria que no máximo 10% do que fiz hoje flutua num limbo qualquer.

Sim, porque os outros 90% seguem firmes e fortes! Lutando para conseguir chegar às telas – mérito dos produtores, guerreiros incansáveis, que de um jeito ou de outro nunca jogam a toalha mesmo diante das mais bizarras reviravoltas.

Mas finalmente posso começar a comemorar, pois esse ano, impressionantes oito longas entram em produção. Oito! O mais antigo deles tem quatro anos, o mais recente tem seis meses. O que, de certa forma, mostra que a máquina está cada vez mais azeitada. “Kardec”, uma biografia que estou escrevendo com Wagner de Assis levou pouco mais de um ano e já acelera rumo às filmagens. “O Último Virgem”, comédia maluca que escrevi com Felipe Adler, levou menos que isso, começam a filmar no mês que vem.

Ou seja, muitas novidades vêm aí. Chega de esperar!

Último Virgem

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O público está voltando

O cinema sempre foi um sonho meio distante pra mim. Quando menino eu sabia que era impossível viver da sétima arte – quase ninguém conseguia. Estou falando aqui dos anos 90, Era Collor, bem antes da retomada. Estou falando da época quando a gente produziu um único filme o ano todo, “A Grande Arte”, do Walter Salles (aquele com um Mandrake americano, o Peter Coyote). E o pior: quase ninguém viu o filme (que era bem bom). O mesmo acontecia com os outros filmes que, heroicamente, iam sendo lançados. O público simplesmente não parecia interessado em ver filmes produzidos aqui. Salas vazias. Jogávamos para um estádio vazio.

Leio agora um artigo da Folha sobre os feitos do cinema brasileiro nos últimos tempos: “Com oito comédias lançadas nos últimos quatro anos, os produtores Mariza Leão, Iafa Britz, Augusto Casé e os irmãos Caio e Fabiano Gullane atraíram mais de 25 milhões de espectadores aos cinemas. Somadas, as bilheterias superam R$ 266 milhões”.

Uau, R$ 266 milhões!!! E há quem torça o nariz para uma notícia como essa, atire pedras nas tais comédias… Eu não consigo. Pra mim isso é uma vitória tão grande! Quer dizer que o público está voltando às salas de cinema – e voltando em peso! Penso em mim quando comecei, naquelas salas vazias, e só consigo comemorar. Muito.

Leia o artigo aqui.

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“Até que a sorte nos separe 2″, roteiro do Paulo Cursino com Chico Soares.

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Tangente

Quando em 2001 optei por trabalhar com publicidade, eu não sabia, mas estava desviando a minha linha espaço-temporal para uma tangente – exatamente como Marty McFly fez em “De volta para o futuro II”. Como diretor de arte me sustentei, casei, tive um filho. Foi, portanto, uma tangente importante. Mas sempre senti que havia me distanciado do cinema, talvez pra sempre. Então, em 2004, decidi que devia tentar corrigir essa tangente, levar os dois ao mesmo tempo, a publicidade e o cinema.

Era complicado. Foram muitas madrugadas em claro, muitos roteiros escritos no ônibus a caminho da agência… Nessa vida dupla consegui escrever três livros e doze longas-metragens. Finalmente, no dia 30 de novembro de 2012, eu definitivamente apostei todas as fichas no cinema e pedi demissão do meu emprego na publicidade.

Virada de ano, chega 2013… Será que o mergulho vertical no sonho de viver de cinema se mostraria, na verdade, um involuntário salto kamikaze?

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Graças a Deus, não. Logo de cara assinei meu primeiro longa para a Conspiração Filmes, “Kardec”. Em seguida outros dois longas para Downtown Filmes. Meu primeiro para Raccord. Outro para Urca Filmes… Foram oito novos longas em 2013. Ou seja: deu tudo certo.

Tangente corrigida, de volta ao curso normal.

E agora? Agora vem 2014, onde muitos filmes finalmente serão rodados. “Ponte Aérea”, “Kardec”, “Dulce”, “Meu Tempo é Agora”, “Minha Fama de Mau”… Sem falar em “O Segredo dos Diamantes” que vai chegar às telas.

Viva 2013! E feliz ano novo!

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