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Pela primeira vez finalista no GP do Cinema Brasileiro

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Boas notícias! Os filmes “Irmã Dulce” e “O Segredo dos Diamantes” estão concorrendo ao Grande Prêmio de Cinema da Academia Brasileira de Cinema.

É minha primeira indicação ao prêmio. Uma excelente notícia, principalmente para o “Irmã Dulce” já que está concorrendo em dez, sim, DEZ categorias:

Melhor Atriz para Bianca Comparato (Dulce), Melhor Atriz Coadjuvante Glória Pires (como a mãe de Dulce) e Zezé Polessa (como Dulcinha), Melhor Direção de Fotografia Gustavo Hadba, Melhor Direção de Arte Daniel Flaksman, Melhor Figurino Cris Kangussu, Melhor Maquiagem Auri Mota, Melhor Efeito Visual Robson Satori, Melhor Roteiro Original L.G. Bayão e Anna Muylaert e Melhor Trilha Sonora Fabiano Krieger e Lucas Marcier. Já “O Segredo dos Diamantes”, meu filme com Helvécio Ratton, concorre na categoria Melhor Longa-Metragem Infantil.

Agora é esperar o dia da premiação e acompanhar a festa que vai acontecer no novo Odeon. Cruzando os dedos!

Os sorridentes Iafa Britz (produtora) e Vicente Amorim (diretor).

Os sorridentes Iafa Britz (produtora) e Vicente Amorim (diretor).

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Revelado quem será Toni Tora Pleura em “O Shaolin do Sertão”

Parece que Aluízio Lee, o protagonista de “O Shaolin do Sertão”, vai ter um oponente sinistro pela frente… Toni Tora Pleura será interpretado pelo Fábio Goulart, o primeiro atleta brasileiro a ganhar ouro no Pan-Americano na categoria Taekwondo.

É o fraco!!!

Eis a matéria da Tribuna do Ceará que deu a notícia em primeira mão.

O novo filme de Halder Gomes retrata as artes marciais no sertão no Ceará dos anos 80

O novo filme de Halder Gomes retrata as artes marciais no sertão no Ceará dos anos 80

Medalha de ouro no Pan estreia no cinema em “O Shaolin do Sertão”

Primeiro atleta de Taekwondo a ganhar ouro pelo Brasil se junta a Edmilson Filho no novo filme do diretor de “Cine Holliúdy”

Por Ana Beatriz Leite

Depois de conquistar todo o Brasil com “Cine Holliúdy” e o jeito cearense de ser, Halder Gomes anuncia um projeto que promete não ficar atrás, “O Shaolin do Sertão”. O filme traz, mais uma vez, as memórias do interior do Ceará e inicia as gravações neste segundo semestre.

O universo das artes marciais, que é paixão assumida do diretor, foi retratado em “Cine Holliúdy” com os filmes de luta que fizeram sucesso nos anos 70. O novo longa, porém, traz a temática com muito mais força e promete mais ação, ainda sem perder o caráter cômico que fez o sucesso do filme de 2013.

A trama da comédia remete aos anos 80, quando os lutadores de vale-tudo, por falta de lutas profissionais, desafiavam os valentões no interior do Ceará. Criterioso quanto ao elenco e com a consciência de que filmar lutas é um trabalho minucioso, a escolha de Halder quanto ao protagonista não poderia ser outra: Edmilson Filho será “Aluízio Lee”, o tal shaolin do sertão.

Que o ator cearense faz bem comédia todo mundo sabe, mas o que poucos sabem é que Edmilson é também tricampeão brasileiro de Taekwondo. E para contracenar com o cearense era preciso alguém a altura. Halder, então, escalou ninguém menos que o primeiro atleta brasileiro a ganhar ouro no Pan-Americano na categoria Taekwondo, Fábio Gourlart.

“Eu não estava buscando um rosto conhecido de televisão, estava buscando um lutador que tivesse a expertise em artes marciais e que tivesse a capacidade técnica. Eu quero ter uma luta de impacto no filme”, conta o diretor a respeito da escolha do atleta para o papel.

Com o personagem “Tony Tora Pleura”, Fábio se junta a Edmilson no time que comprova que o filme trará muito mais que simplesmente humor, mas também qualidade técnica. Os dois são os únicos do elenco confirmados pelo diretor até agora.

A equipe está atualmente em Santos, em período de ensaio e preparação técnica. Esse primeiro período terá duração de 15 dias e definirá o esboço da luta principal.

“O filme é muito mais complexo que Cine Holliúdy em termos de execução. É um trabalho muito minucioso, muito detalhista, vai exigir muito de mim como diretor. É um desafio e eu estou adorando”, comenta.

Em um universo cômico e lúdico, mas ao mesmo tempo realista, “O Shaolin do Sertão” promete agradar aos mais diversos públicos e dialogar com todas as idades, assim como seu sucesso antecessor, “Cine Holliúdy”.

O filme que foi coescrito por Halder Gomes e Edmilson Filho, tem roteiro de L.G Bayão, coprodução Globo Filmes, Paramount Filmes e Telecine, e distribuição Downtown Filmes.

“A gente vai trazer de novo um universo lúdico, fantástico, cômico, mas ao mesmo tempo realista”, conta o diretor.

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A fama de mau de… Chay Suede!

Finalmente encontramos o ator que vai viver Erasmo Carlos na cinebiografia MINHA FAMA DE MAU… é o Chay Suede! Escolha acertada do diretor Lui Farias. A notícia foi dada primeiro na Rolling Stone, exclusividade total, e depois saiu essa notinha no Gente Boa do jornal O Globo.

Nota do jornal O Globo.

Nota do jornal O Globo.

Suede é o primeiro ator escolhido e, por ser o protagonista, vai ditar as regras para as próximas escolhas do casting. Essa é uma das fases mais bacanas na hora de se fazer um longa, quando os atores vão sendo escolhidos e passam a se misturar com os personagens. O Erasmo do roteiro, por exemplo, sempre foi um cara bem jovem, divertido, carismático e com fama de  mau – só fama, porque no fundo tem coração  de menino. Não consigo pensar em ninguém melhor para fazê-lo do que o Chay. Bem-vindo ao time!

Quer saber mais sobre o filme? Eis um trechinho da matéria da Rolling Stone: “O longa-metragem, dirigido por Lui Farias, conta a história de Erasmo Carlos desde a adolescência na Tijuca, no Rio de Janeiro, onde o músico se apaixona pelo rock de Elvis Presley, Bill Halley e Chuck Berry, e aprende a tocar violão até o sucesso musical nos anos 1960. O roteiro, assinado por L.G. Bayão e Letícia Mey – além do próprio Farias –, também traz a relação de Erasmo com Roberto Carlos e Carlos Imperial, e a formação e declínio do fenômeno televisivo Jovem Guarda, ao lado também de Wanderléa.”.

E aqui o vídeo da Rolling Stone que mostra o dia em que Erasmo e Chay se conhecem e tocam juntos pela primeira vez:

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Onda Maldita no Pipoca Moderna

Depois da coluna Gente Boa, o Onda Maldita surgiu aqui, num post do Pipoca Moderna, onde mais detalhes do plot aparecem:

Marjorie Estiano

Marjorie Estiano

“O filme que vai contar a história da Fluminense FM, conhecida como “a maldita” nos anos 1980 por sua programação especializada em rock, deve ser estrelado por Mateus Solano (“Confia em Mim”) e Marjorie Estiano (“Apneia”), informou o jornal O Globo. Os dois negociam sua participação na produção, que só será filmada em 2016.

Intitulado “A Onda Maldita”, o filme vai adaptar o livro homônimo do jornalista Luiz Antonio Mello, sobre a história da rádio de Niterói que a partir de 1982 se tornou responsável por lançar alguns dos maiores nomes do rock nacional, como Legião Urbana e Paralamas do Sucesso. O roteiro de L.G. Bayão (“Irmã Dulce”) prevê até a recriação do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985. Mas terá como fio condutor uma história romântica, sobre um jornalista que se apaixona por uma locutora da estação.

Mateus Solano

Mateus Solano

A direção está a cargo de Tomás Portella (“Qualquer Gato Vira-Lata”) e a produção será feita por Renata Magalhães, mulher do cineasta Cacá Diegues.

Além deste filme, a história rádio também ganhará um documentário, “Maldita FM”, de Tetê Mattos, com depoimento de vários artistas da época e até de ouvintes, além cenas raras de shows em VHS.”

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Onda Maldita na coluna Gente Boa

Eu já havia voltado ao roteiro do ONDA MALDITA na semana passada, o que indicava que a produtora Renata Magalhães (Luz Mágica) estava pronta para voltar ao bom e velho rock n roll. Estamos juntos nessa empreitada de levar o filme sobre a rádio Fluminense há uns cinco anos – com Tomás Portella, diretor, sempre conosco. Acredito que a notinha que saiu na coluna Gente Boa, no jornal O Globo, marca nossa volta ao projeto.

E mais: apontando Mateus Solano como nosso protagonista!

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Desvendando Kardec

Hippolyte Léon Denizard Rivail era um professor cético, autor de livros pedagógicos na França do século XIX, até ver mesas girarem no ar e ditarem, ao som de pancadas, mensagens atribuídas ao além.

Fraude? Hipnose coletiva? Autossugestão?

Foi o que o professor decidiu descobrir. Aos 53 anos, depois de pôr à prova o invisível, Rivail mudou de vida e de nome para dar voz aos espíritos. Tornou-se Allan Kardec, uma figura cada fez mais conhecida, admirada… E perseguida.

O que transformou o cético em líder de uma doutrina? O que o convenceu a acreditar que os mortos estavam vivos e se comunicavam através de médiuns? O que o fez enfrentar adversários ferrenhos da Igreja e da imprensa para levar ao maior número de leitores sua fé na sobrevivência do espírito?

Baseado no livro de Marcel Souto Maior, o roteiro “KARDEC”, escrito por mim e pelo amigo Wagner de Assis, busca entender e responder algumas dessas perguntas. O que movia esse homem? Como sua transformação impactou sua vida pessoal? Quem de fato foi Allan Kardec?

Produzido pela Cinética Filmes e pela Conspiração Filmes, KARDEC deve chegar aos cinemas no ano que vem.

Sem Título

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Ponte Aérea no Estadão

Saiu uma matéria grande no Estadão sobre o Caio Blat e nela nosso querido “Ponte Aérea” é mencionado algumas vezes – numa delas é comparado ao clássico do Domingos de Oliveira “Todas as Mulheres do Mundo”, o que me encheu de orgulho.

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Pré Estreia do Ponte Aérea

Outro dia rolou a pré estreia carioca do “Ponte Aérea”, filme que escrevi pra Júlia Rezende. É sempre uma tensão grande o dia da pré estreia – o dia em que todo mundo vai ver pela primeira vez tudo que antes só existia no papel. Vão gostar, não vão gostar, aquela coisa. Tensão.

Letícia Colin e Caio Blat

Letícia Colin e Caio Blat

A pré do Ponte Aérea foi muito bacana. Especial mesmo. Todos muito curiosos quanto ao nosso filme, o que é bem bom. “Mas é comédia romântica, né?”, muita gente me perguntou. “Não, é romance mesmo. Tem que assistir pra ver”.

Todos assistiram. E (alívio) gostaram.

Letícia Colin

Letícia Colin

Mas não era pra menos. Letícia e Caio estão inspiradíssimos. Silvinho Guidane iluminava a tela sempre que aparecia, mais carismático não tem. Felipe Camargo e Emílio de Mello os feras de sempre. E uma Martha Nowill que é sempre uma participação luxuosa em qualquer filme, no nosso não foi diferente.

Além do elenco tivemos a sorte de contar com o time que já vinha azeitado do longa anterior da Júlia, o “Meu passado me condena”: Dante Belutti, fotografia, Maria Rezende, montagem, Mel Akerman arrebentou no figurino, a Fabi Passos na direção de arte… Só fera, muito bom.

Roteiristas, uni-vos! Júlia, eu e Rafael Pitanguy (só ficou faltando a Pat Corso!).

Roteiristas, uni-vos! Júlia, eu e Rafael Pitanguy (só ficou faltando a Pat Corso!)

O filme estreia dia 26 de março – aí a tensão vai ser maior ainda…

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Shaolin do Sertão contemplado no PRODECINE

Escrevi uma comédia hilária para o Halder Gomes, o genial diretor de “Cine Holliúdy”. Se chama “O Shaolin do Sertão”, divertida história de Aluízio Lee, um cearense atrapalhado que acredita ser um autêntico mestre das artes marciais. Quando um grandalhão sanguinolento aparece na cidade e desafia os machos para uma luta no ringue é ele, Aluízio, o único a se candidatar. O longa conta com o talento sem igual de Edmilson Filho no papel de Aluízio Lee.

E hoje recebi uma notícia excelente! Fomos contemplados no PRODECINE, investimento do Programa Brasil de Todas as Telas, da ANCINE, do BRDE e do Fundo Setorial do Audiovisual. Receberemos R$ 1,75 milhões em recursos do fundo.

Arre, Tonha! Filmagens esse ano!

Storyboard da sequência de abertura do longa feito pelo João Bosco.

Storyboard da sequência de abertura do longa feito pelo João Bosco.

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