‘O Shaolin do Sertão’ ARREBENTA nas bilheterias do Ceará!

Notícia boa. Boa não… ESPETACULAR! Exibido apenas em salas de cinema cearenses, ‘O Shaolin do Sertão’ chega a cerca de 55.000 espectadores (!). É isso aí! Estou muito feliz com isso já que meu objetivo principal ao entrar no projeto era entregar ao Halder Gomes, diretor do filme, uma história que buscasse encantar o público do Ceará como o “Cine Holliúdy” encantou. Eu sou fã do cara – e queria acertar.

Acertei. Com o primeiro lugar nas vinte salas de cinema cearenses em que é exibido, “O Shaolin do Sertão” ocupa o sétimo lugar no ranking de público do país. Sétimo! E só nas vinte salas do Ceará! Para se ter uma ideia do tamanho da nossa conquista, o nosso longa metragem vence, no Estado, o líder nacional do ranking, “Inferno”, que traz Tom Hanks como protagonista. O “Shaolin do Sertão” leva 10 vezes mais público que o filme baseado na obra de Dan Brown. A estreia de “O Shaolin do Sertão” bate inclusive a de “Cine Holliúdy”, com quase o dobro de público.

UPDATE: dos 55 mil espectadores chegamos a meio milhão… e com apenas 150 salas! É um fenômeno, esse filme. E continuamos subindo…!

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‘Vendedor de Sonhos’ na Revista Veja

Matéria que saiu na Veja sobre o nosso ‘Vendedor de Sonhos’. O cartaz já está por aí e o trailer sai em breve!

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Dan Stulbach sobre ‘O Vendedor de Sonhos’: ‘Aprendi muito’

Ator retorna aos cinemas este ano com adaptação do best-seller de Augusto Cury

Por Raquel Carneiro

O ano de 2016 começou agitado e conturbado para Dan Stulbach. O ator e apresentador, que rescindiu o contrato com a Band em março, três meses após o anúncio do fim (ou hiato) do programa CQC, entrou em uma intensa agenda de filmagens do filme O Vendedor de Sonhos, adaptação do best-seller de mesmo nome de Augusto Cury, dirigido por Jayme Monjardim.

“Foi uma experiência muito boa. Um processo interessante e intenso. Filmamos todos os dias durante dois meses”, diz Stulbach. Na trama, o ator interpreta Julio César, um psicólogo que decide se matar. No alto de um prédio, pronto para se jogar, ele é interrompido por um desconhecido (César Troncoso) que o questiona sobre a vida e especialmente a decisão de desistir de tudo.

“Logo na primeira cena, meu personagem quer se matar. Para não ficar vazio, trouxe o dilema do livro para mim. Repensei minha vida. Aprendi muito. Refleti sobre as questões escritas pelo Cury, como o vazio, a caminhada, as agonias do dia a dia e os momentos em que pensamos em desistir. Pensei várias vezes em desistir quando era mais novo. Então, não tem nada ali no filme que não seja pessoal”, conta, antes de arrematar: “É o filme mais bonito que o Jayme já fez”.

Último Virgem ganha nova data de estreia!

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Baseado na peça escrita por Lipy Adler, “O Último Virgem” é um roteiro que escrevi (em parceria com Adler) que finalmente ganha sua data definitiva de estreia: 1 de Dezembro. Para celebrar, fizemos uma exibição-teste na Paramount Pictures e foi a maior festa!

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André Blak, Rilson Baco, Fiorella Mattheis, Lipy Adler, André Ramiro, Gabi Lopes, Felipe Bretas e eu.

Com Guilherme Prates, Bia Arantes e Fiorella Mattheis. Direção do Rilson Baco e do Felipe Bretas. Distribuição da Downtown Filmes/Paris Filmes.

Shaolin do Sertão ganha trailer

Aos poucos vai chegando a data de estreia do “Shaolin do Sertão”, meu filme com Halder Gomes e Edmilson Filho. E com isso é lançado… o trailer! E o bichin ficou ‘joiado’ como diria Aluízio Lee, protagonista do longa.

Estreia em 13 de Outubro!

Alexandre Guerra e a música de “Vendedor de Sonhos”

O diretor Jayme Monjardim publicou em sua conta do Instagram alguns registros do trabalho de Alexandre Guerra, compositor do filme “Vendedor de Sonhos”.

Um lindo trabalho que vai chegar às telas em dezembro de 2016.

 

Um pouco mais de trilha do Vendedor de Sonhos em Dezembro 2016

Um vídeo publicado por Jayme Monjardim (@jayme_monjardim) em

“Motorrad”… filmagens iniciadas!

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Começaram as filmagens do meu novo filme. Trata-se de um roteiro que escrevi para o L.G. Tubaldini (o mesmo produtor do “Vendedor de Sonhos”). Um thriller de ação com muito suspense e reviravoltas inacreditáveis… É dirigido pelo Vicente Amorim e conta com um elenco incrível: Guilherme Prates, Carla Salle, Emilio Dantas, Juliana Lohmann, Rodrigo Vidigal, Pablo Sanábio e Alex Nader.

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Separei também alguns registros tirados dos instagrams dos atores.  Apesar da dificuldade de rodar um filme de ação no meio do nada, parece que o clima anda bom por lá.

Good vibes!!

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Carla Salle (Instagram)

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Emilio Dantas e elenco (Instagram)

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Juliana Lohmann e Carla Salle (Instagram)

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Elenco (Instagram)

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Rodrigo Vidigal e Guilherme Prates (Instagram)

“Maldita”, 1ª leitura de roteiro

Ontem rolou uma antológica primeira leitura do roteiro do “Maldita”, filme que escrevi sobre a criação da rádio Fluminense, rádio rock emblemática que mudou os rumos do rock brasileiro ao lançar Legião Urbana, Titãs, Blitz, Celso Blues Boy, Paralamas do Sucesso e muitos outros.

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O roteiro foi escrito tendo como base o livro de Luiz Antônio Mello, “A Onda Maldita”, que criou a rádio junto com Samuel Wainer filho, o Samuca. O livro é uma coleção de histórias hilárias sobre como a rádio ganhou sua fama apesar de todos os obstáculos que encontrou pelo caminho. Muitas dessas histórias entraram no filme, que contou com um plot adicional (e importante) que é a história de amor do Luiz Antônio com um locutora fictícia.

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A leitura se deu com uma trupe de atores realmente especial – leram Johnny Massaro, George Sauma, Julia Stockler, Marina Provenzzano, Flora Diegues, Saulo Arcoverde, Felipe Haiut, André Dale e Joana Castro. Como ainda temos uma longa caminhada até a data de filmagem, não sei quantos deles estarão disponíveis para rodar o longa com a gente, mas torço para que todos voltem.

 

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Cacá Diegues, Renata Magalhães e Ana Murgel estavam conosco e o clima era muito positivo – estamos nesse projeto desde 2010. Renata leu as rubricas.

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Tomás Portella, diretor e brother de todas as horas, comandou tudo com aquela simpatia de sempre.

Foi muito bom poder ouvir o roteiro, enxergar as cenas que funcionaram, consertar as que não funcionaram… Ajuste, reescrever, ajuste…

Rock n roll!

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Luiz Antônio Mello, Tomás Portella, Ana Murgel, Renata Magalhães, Cacá Diegues, Felipe Hauit, Marina Provenzzano, Flora Diegues, Johnny Massaro, George Sauma, Julia Stockler, André Dale, Saulo Arcoverde, Joana Castro, eu e Raoni Seixas.

Duas de Mim no UOL

Depois da matéria que saiu no UOL do “Festa da Firma”, agora sai essa de outro filme que escrevi, o “Duas de Mim”. Essa comédia nasceu de um argumento da Carolina Castro e eu entrei no roteiro no ano passado trazendo elementos daquele subúrbio idealizado que já tinha esboçado no “Suburbano Sortudo”. O resultado ficou bem divertido!

Eis a matéria escrita por Carlos Helí de Almeida.

Em seu primeiro filme, Cininha de Paula quer mandar mensagem para mulheres

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Cininha de Paula em ação. Divulgação.

Cininha de Paula se levanta constantemente da mesa de vídeo, de onde controla o que é captado pelas câmeras, para ir ao set orientar a equipe. Coreografa os movimentos dos atores dentro do cenário, que simula um reality show culinário televisivo, construído em um estúdio em Curicica, na Zona Oeste do Rio. Conversa com os técnicos sobre a melhor posição em cena dos equipamentos e elementos cenográficos. E dá pequenas broncas em quem cisma não estar a postos nos ensaios.

É esse estilo de trabalho, desenvolvido ao longo de quase três décadas como diretora de peças, programas de TV e anúncios publicitários, que Cininha está levando para o set da comédia “Duas de Mim”, sua estreia na direção de longas-metragens. “Hoje não existe gente de cinema ou de televisão. O que há são profissionais capazes de realizar um produto de mãos dadas”, diz Cininha, 63, durante um dos poucos intervalos das filmagens.

“No teatro, existe um ditado que diz: ‘Seguro a minha mão na sua, olho nos seus olhos para que possamos fazer juntos aquilo que não posso, não devo e não quero fazer sozinho'”, recita ela, repetindo as palavras que lhe serviram de mantra durante as cinco semanas de filmagem. “Nosso cronograma é enlouquecedor. Diria que estou rodando quatro seriados em 24 dias. E que a TV Globo não saiba disso, senão vão me botar para trabalhar mais ainda”, brinca a diretora, que tem no currículo humorísticos como “Escolinha do Professor Raimundo” e seriados como “Toma Lá, Dá Cá”.

Estreia de Thalita Carauta

O filme também marca a estreia da atriz e comediante Thalita Carauta como protagonista. Na trama, escrita por Carolina Castro e L.G. Bayão, ela interpreta Suryellen, mãe solteira superatarefada, que vende quentinhas e lava pratos em um restaurante chique enquanto sonha ser uma renomada chef de cozinha. Um dia, uma boleira misteriosa lhe oferece a chance de realizar o seu maior desejo, que é dar conta de tantas tarefas e responsabilidades. Isso se concretiza na forma de uma cópia sua, que ganha consciência própria e se transforma em mais um problema do que uma solução.

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Thalita Carauta como Suryellen.

 

“Qualquer desafio novo é sempre interessante, seja um tipo popular ou não. Não tenho restrições quanto a isso”, diz a atriz, que usou as folgas das filmagens para gravar a nova temporada do programa humorístico “Zorra Total”, atração da Globo, na qual dá vida a diversos personagens. “A profissão do ator é a das possibilidades. A gente tem que continuar trabalhando, onde quer que seja, porque as contas continuam chegando todo mês”.

Festa da Firma no UOL

Matéria bacana que saiu no UOL sobre o “Festa da Firma”!

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Marcos Veras, Maria Clara Gueiros e Victor Leal

Festas “da firma” inspiram novo filme do diretor de “Minha Mãe é Uma Peça”

Carlos Helí de Almeida

Marcos Veras atravessa lentamente um grande salão de festas decorado com motivos egípcios e animado pela música “Kátia Flávia”, que sai do sistema de som na voz de Fernanda Abreu. O clima do ambiente é de celebração, com homens e mulheres bem vestidos, rindo, bebendo e dançando como se não houvesse amanhã, ao ritmo do rap de Fausto Fawcett. Veras, no entanto, faz todo o percurso expressando incredulidade e frustração.

A cena, acompanhada pela reportagem do UOL, é um dos momentos-chave da comédia “Festa da Firma”, que o diretor carioca André Pellenz rodou em um salão de cerca de 500 metros quadrados de um hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Na trama, Veras interpreta Vlad, gerente de recursos humanos da Embelex, uma empresa de produtos de beleza, encarregado de organizar a festa de fim de ano da firma.

O objetivo da festa é melhorar o clima entre os funcionários da empresa, que passa por uma profunda crise financeira. Mas o sempre acomodado Vlad se agarra ao desafio de produzi-la para impressionar Aline (Rosane Mulholland), colega de trabalho e ex-namorada que não o vê como um homem maduro, ambicioso e responsável.

“Há alguns momentos da história em que tudo parece estar perdido”, descreve Pellenz, autor de “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme”, o grande recordista de bilheteria de 2013, com mais de 4,5 milhões de espectadores. “É o momento emocional do filme, quando Vlad questiona se todo o esforço que fez valeu a pena, e a gente joga isso para o público”.

Um bon vivant sem noção

Vlad tenta unir os vários departamentos da empresa da maneira mais torta possível. “É aí onde entra o humor, porque ele é um cara muito sem noção, meio bon vivant, não está preocupado em ser promovido na empresa. Ele quer fazer o arroz com feijão e está tudo certo”, explica Veras, que intercala as filmagens de “Festa da Firma” com a temporada do monólogo “Acorda para Cuspir”, em cartaz no Teatro Porto Seguro, em São Paulo.

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Verônica Debom e Pablo Sanábio

Uma das estratégias malucas imaginadas por Vlad para impulsionar a festa é convidar o amigo Selton, que é ator, e pedir para que ele traga colegas de profissão para aumentar o quorum do evento. O personagem é interpretado por Pablo Sanábio, o Max da recém-encerrada novela “Totalmente Demais”, da Globo. “O problema é que o Selton é um ator vertical, intenso, e vê o convite como um trabalho. Então ele traz os amigos e fica se aquecendo numa sala ao lado da festa, fazendo exercícios de voz e corpo”, conta Pablo.

Mergulho no universo corporativo

Produzido pelos irmãos Caio e Fabiano Gullane, “Festa da Firma” é ambientada no universo corporativo, e tem como ponto alto a tradicional confraternização de fim de ano entre funcionários. “Os Gullane me propuseram o tema e adorei. Mas a trama veio de uma experiência real de uma diretora de RH de uma grande empresa. Ela contou: ‘Cara, a nossa festa de fim de ano foi cancelada, e eu ia usá-la para aproximar os departamentos da companhia’. A nossa história estava ali, ganhei um personagem”.

Pellenz diz que “Festa da Firma” é “um mergulho no universo corporativo” –a confraternização propriamente dita só ocupa a parte final. Um prédio de escritórios de seis andares em Botafogo serviu de base para a produção e de locação para as cenas dentro da fictícia Embelex. “A festa é o momento em que as pessoas se transformam. Eu tinha que mostrar como elas eram antes dela, em suas salas, em postos de trabalho, dentro de cada departamento”, explica o diretor.

Foram três semanas de filmagem entre computadores, fichários, salas de reunião, mesas de secretária e postos individuais de trabalho. “Não tem nada de estúdio, o que foi bom para o elenco entrar no clima. Na locação de Botafogo, os atores puderam sentir o clima de uma empresa de verdade. Eles entravam por uma recepção, apertavam o botam do elevador. O camarim foi montado dentro de uma das salas da antiga companhia que ocupava o endereço”.

O roteiro, de Pellenz, Danilo Gullane, Sylvio Gonçalves e L.G. Bayão, foi construído a partir de pesquisas sobre o mundo empresarial. “Nós nos encantamos pelo ambiente corporativo, que não é explorado pelo cinema brasileiro. Visitamos empresas, trocamos ideias com quem tinha experiência na área. O próprio Veras já tinha se apresentado em eventos de empresas”, entrega o diretor. “Passei quase oito anos fazendo o show ‘Falando a Veras’ em festas de fim de ano. Fiz laboratório para o ‘Festa da Firma’ antes de saber que ele existia”, brinca o ator.

Veras entrou no projeto depois que o roteiro já estava pronto. O personagem Vlad então foi retrabalhado para se aproximar do registro do ator e comediante carioca. “A gente passou a observar características do Veras que funcionariam bem no personagem. Ele é um cara que trabalha muito com silêncios, os intervalos de tempo, os meios tons. Trouxemos isso para o Vlad”, descreve Pellenz. “Foi nessa fase que entraram as referências ao tom das comédias de Tom Hanks, que também tem essa doçura, dos anos 1980, como ‘Quero Ser Grande’. As pessoas riam e se emocionavam com ele”.

Início, meio e fim

“Festa da Firma” é o 13º filme de Veras (e o terceiro como protagonista), que estreou no longa-metragem na sátira “Copa de Elite” (2012). Ele conta que sete deles estão para estrear este ano, entre eles “O Filho Eterno”, “Os Saltimbancos Trapalhões”, “Porta dos Fundos – Contrato Vitalício”, “Um Namorado pra Minha Mulher” e “Shaolin do Sertão”. “Estou em um momento cinematográfico incrível. Tenho feito muitas comédias, mas ‘Festa da Firma’ a gente está contando uma história com início, meio e fim, não é um enredo de piadas soltas”, distingue o ator.

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Marcos Veras e André Pellenz

Esse é o 10º filme da carreira de Pablo Sanábio, que começou no cinema um pouco mais cedo, em 2007, com o drama “Sem Controle”, de Cris D’Amato. “Aprendi a não ter pressa. Acho que as coisas tem um tempo certo para acontecer, como o Max de ‘Totalmente Demais’, por exemplo, que foi marcante. Precisei passar por muita coisa para estar preparado para aquele personagem”, aponta o ator, que trabalhou pela primeira fez com Pellenz em “Minha Mãe é uma Peça”.

“Festa da Firma” é coproduzido pelo Telecine e a Miravista e distribuído pela Paris Filmes em conjunto com a Downtown Filmes. O filme, que tem estreia prevista para 2017, ainda tem no elenco Giovanna Lancellotti, Diogo Vilela, Nelson Freitas, Stepan Nercessian, Victor Leal e Maria Clara Gueiros, entre outros.

Esquentando motores… Maldita!

Com direção de Tomás Portella, produção de Renata Magalhães e baseado no livro do Luiz Antônio Mello, vem aí… “A Onde Maldita”! Entreguei na semana passada um novo tratamento para o roteiro do longa – o anterior tinha sido escrito em 2012!! É um dos meus roteiro mais antigos, acho que foi o quinto que escrevi – foi muito bom poder voltar à rádio depois de tanto tempo… E pra quem gosta de “deixar o texto descansar” nada como quatro anos, hein?!

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Luiz Antônio Mello (reprodução exposição Maldita 3.0)

O filme conta a história da rádio Fluminense, rádio rock criada por Luiz Antônio Mello e Samuel Wainer Filho, o Samuca. Rádio que driblava sua colossal dificuldade financeira com criatividade e inovação – e com isso mudou a história do rock brasileiro. Bandas como Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Blitz tiveram suas primeiras fitas demo tocadas lá.

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Festa da rádio no Canecão (reprodução exposição Maldita 3.0)

O filme fala de tudo. Das promoções malucas, das bandas, das confusões no estúdio… Tem Circo Voador e tem até Rock in Rio (que no filme é um importante evento que marca a passagem do segundo pro terceiro Ato). Mas não é documentário. Por vezes dois, três personagens reais se transformam num só. Eventos e temas idem, enfim, o velho dilema em adaptações baseadas em fatos reais. É preciso, em primeiro lugar, contar uma boa história. Mas o roteiro ficou redondo, estou muito feliz.

 

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Ana Murgel, eu, Renata Magalhães, Luiz Antônio Mello e Tomás Portella