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Onda Maldita no Pipoca Moderna

Depois da coluna Gente Boa, o Onda Maldita surgiu aqui, num post do Pipoca Moderna, onde mais detalhes do plot aparecem:

Marjorie Estiano

Marjorie Estiano

“O filme que vai contar a história da Fluminense FM, conhecida como “a maldita” nos anos 1980 por sua programação especializada em rock, deve ser estrelado por Mateus Solano (“Confia em Mim”) e Marjorie Estiano (“Apneia”), informou o jornal O Globo. Os dois negociam sua participação na produção, que só será filmada em 2016.

Intitulado “A Onda Maldita”, o filme vai adaptar o livro homônimo do jornalista Luiz Antonio Mello, sobre a história da rádio de Niterói que a partir de 1982 se tornou responsável por lançar alguns dos maiores nomes do rock nacional, como Legião Urbana e Paralamas do Sucesso. O roteiro de L.G. Bayão (“Irmã Dulce”) prevê até a recriação do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985. Mas terá como fio condutor uma história romântica, sobre um jornalista que se apaixona por uma locutora da estação.

Mateus Solano

Mateus Solano

A direção está a cargo de Tomás Portella (“Qualquer Gato Vira-Lata”) e a produção será feita por Renata Magalhães, mulher do cineasta Cacá Diegues.

Além deste filme, a história rádio também ganhará um documentário, “Maldita FM”, de Tetê Mattos, com depoimento de vários artistas da época e até de ouvintes, além cenas raras de shows em VHS.”

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Onda Maldita na coluna Gente Boa

Eu já havia voltado ao roteiro do ONDA MALDITA na semana passada, o que indicava que a produtora Renata Magalhães (Luz Mágica) estava pronta para voltar ao bom e velho rock n roll. Estamos juntos nessa empreitada de levar o filme sobre a rádio Fluminense há uns cinco anos – com Tomás Portella, diretor, sempre conosco. Acredito que a notinha que saiu na coluna Gente Boa, no jornal O Globo, marca nossa volta ao projeto.

E mais: apontando Mateus Solano como nosso protagonista!

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Desvendando Kardec

Hippolyte Léon Denizard Rivail era um professor cético, autor de livros pedagógicos na França do século XIX, até ver mesas girarem no ar e ditarem, ao som de pancadas, mensagens atribuídas ao além.

Fraude? Hipnose coletiva? Autossugestão?

Foi o que o professor decidiu descobrir. Aos 53 anos, depois de pôr à prova o invisível, Rivail mudou de vida e de nome para dar voz aos espíritos. Tornou-se Allan Kardec, uma figura cada fez mais conhecida, admirada… E perseguida.

O que transformou o cético em líder de uma doutrina? O que o convenceu a acreditar que os mortos estavam vivos e se comunicavam através de médiuns? O que o fez enfrentar adversários ferrenhos da Igreja e da imprensa para levar ao maior número de leitores sua fé na sobrevivência do espírito?

Baseado no livro de Marcel Souto Maior, o roteiro “KARDEC”, escrito por mim e pelo amigo Wagner de Assis, busca entender e responder algumas dessas perguntas. O que movia esse homem? Como sua transformação impactou sua vida pessoal? Quem de fato foi Allan Kardec?

Produzido pela Cinética Filmes e pela Conspiração Filmes, KARDEC deve chegar aos cinemas no ano que vem.

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Ponte Aérea no Estadão

Saiu uma matéria grande no Estadão sobre o Caio Blat e nela nosso querido “Ponte Aérea” é mencionado algumas vezes – numa delas é comparado ao clássico do Domingos de Oliveira “Todas as Mulheres do Mundo”, o que me encheu de orgulho.

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Pré Estreia do Ponte Aérea

Outro dia rolou a pré estreia carioca do “Ponte Aérea”, filme que escrevi pra Júlia Rezende. É sempre uma tensão grande o dia da pré estreia – o dia em que todo mundo vai ver pela primeira vez tudo que antes só existia no papel. Vão gostar, não vão gostar, aquela coisa. Tensão.

Letícia Colin e Caio Blat

Letícia Colin e Caio Blat

A pré do Ponte Aérea foi muito bacana. Especial mesmo. Todos muito curiosos quanto ao nosso filme, o que é bem bom. “Mas é comédia romântica, né?”, muita gente me perguntou. “Não, é romance mesmo. Tem que assistir pra ver”.

Todos assistiram. E (alívio) gostaram.

Letícia Colin

Letícia Colin

Mas não era pra menos. Letícia e Caio estão inspiradíssimos. Silvinho Guidane iluminava a tela sempre que aparecia, mais carismático não tem. Felipe Camargo e Emílio de Mello os feras de sempre. E uma Martha Nowill que é sempre uma participação luxuosa em qualquer filme, no nosso não foi diferente.

Além do elenco tivemos a sorte de contar com o time que já vinha azeitado do longa anterior da Júlia, o “Meu passado me condena”: Dante Belutti, fotografia, Maria Rezende, montagem, Mel Akerman arrebentou no figurino, a Fabi Passos na direção de arte… Só fera, muito bom.

Roteiristas, uni-vos! Júlia, eu e Rafael Pitanguy (só ficou faltando a Pat Corso!).

Roteiristas, uni-vos! Júlia, eu e Rafael Pitanguy (só ficou faltando a Pat Corso!)

O filme estreia dia 26 de março – aí a tensão vai ser maior ainda…

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Shaolin do Sertão contemplado no PRODECINE

Escrevi uma comédia hilária para o Halder Gomes, o genial diretor de “Cine Holliúdy”. Se chama “O Shaolin do Sertão”, divertida história de Aluízio Lee, um cearense atrapalhado que acredita ser um autêntico mestre das artes marciais. Quando um grandalhão sanguinolento aparece na cidade e desafia os machos para uma luta no ringue é ele, Aluízio, o único a se candidatar. O longa conta com o talento sem igual de Edmilson Filho no papel de Aluízio Lee.

E hoje recebi uma notícia excelente! Fomos contemplados no PRODECINE, investimento do Programa Brasil de Todas as Telas, da ANCINE, do BRDE e do Fundo Setorial do Audiovisual. Receberemos R$ 1,75 milhões em recursos do fundo.

Arre, Tonha! Filmagens esse ano!

Storyboard da sequência de abertura do longa feito pelo João Bosco.

Storyboard da sequência de abertura do longa feito pelo João Bosco.

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Saiu o trailer do Ponte Aérea!

Em primeira mão! O trailer do meu filme com a Júlia Rezende, o “Ponte Aérea”. Bacana que o trailer não entrega quase nada da trama, mas dá um panorama interessante do que vem por aí. Romance, conflito, mas com uma pegada jovem. Gosto muito da história desses dois, Amanda e Bruno. Estréia em Março!

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Menos correria, mais poesia

Muito orgulho de ter feito um filme tão bacana com Helvécio. E orgulho de compartilhar com ele essa réplica aos que acham que “O Segredo dos Diamantes” precisava de um pulso mais “contemporâneo”…

Eis o que disse Helvécio na Folha de São Paulo:

“O crítico Cássio Starling Carlos, considerou meu filme “O Segredo dos Diamantes” desatualizado em relação às grandes produções para crianças e jovens, “hoje movidas a alta tecnologia e velocidade”.

Quando lancei meus filmes “A Dança dos Bonecos” e “Menino Maluquinho”, ouvi críticas muito parecidas.

Os bonecos de “A Dança dos Bonecos” foram chamados de toscos e disseram que o filme não tinha condições de competir com as maravilhas tecnológicas dos “blockbusters”.

Sobre o “Menino Maluquinho”, ouvi que as brincadeiras do filme eram coisas do passado, que o filme não interessava aos garotos de hoje, ligados em games e outras telas. Passados alguns anos de seu lançamento, esses filmes continuam sendo muito vistos e se tornaram referências no cinema brasileiro.

A trama de “O Segredo dos Diamantes” vem da corrida do ouro e pedras que está na origem de muitas cidades mineiras e gerou tantas lendas sobre tesouros. Mas no filme não há nenhuma reverência ao passado ou à tradição mineira, o que há é a convivência com esse passado, algo que sempre me pareceu saudável.

“O Segredo dos Diamantes” não quer resgatar tradições nem dar aula sobre coisa nenhuma. Mas quer sim, de forma assumida, colocar o Brasil nas telas em um filme para o público infantojuvenil.

Tesouros perdidos dizem respeito a uma outra época e sua busca passa por lugares ligados ao passado, como o sebo e o antiquário do filme, espaços onde os garotos circulam com estranheza.

Os meninos falam do antiquário como um lugar com cheiro de mofo e no sebo cometem uma transgressão que doeu filmar. O filme lida com o passado de forma leve e sem preconceitos, não como o lugar da verdade que fala o crítico.

Está claro que não temos como competir com o alto investimento das produções americanas para este público, com sua tecnologia e, principalmente, com seu marketing.

Mas, para mim, isso nunca significou que não podemos contar histórias brasileiras no cinema, mas sim que temos de buscar outras narrativas, outros caminhos para sensibilizar esse público que sejam compatíveis com o tamanho de nossos orçamentos.

O crítico cita como referência de cinema infantojuvenil a franquia americana “Uma Noite no Museu”. Minhas referências são outras, que podem até estar fora de moda.

Mas será que temos todos de seguir a moda? Minha opção é por um cinema com menos correria e mais poesia.

Por uma história narrada de forma diferente, com outros olhares, em outros lugares.

E que tem a ousadia de buscar espaço em um mercado invadido, de forma obscena, por filmes vorazes dirigidos ao público infantojuvenil.

“O Segredo dos Diamantes” se passa no interior do Brasil, em uma Minas Gerais de fantasia, onde vários lugares se tornam um só. Como procurar tesouros é algo comum a todas as gerações -faz parte do imaginário universal-, a obra é mesmo um filme para crianças, pais e avós.

Em “Menino Maluquinho”, o Maluquinho pergunta ao amigo: “Você acredita em tesouros escondidos?” “O Segredo dos Diamantes” é para pessoas que acreditam, como eu.”

Helvécio Ratton

Helvécio e eu no set de "O Segredo dos Diamantes".

Helvécio e eu no set de “O Segredo dos Diamantes”.

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Levamos!!!

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Esse natal chega cheio de presentes pra mim. Além de ter dois filmes em cartaz ao mesmo tempo (“Irmã Dulce” e “O Segredo dos Diamantes”), dois outros projetos meus foram contemplados com o impulso que nos faltava… “Minha Fama de Mau” foi premiado com 1,5 milhão de reais pelo edital de cinema do BNDES e “Kardec” ganhou um investimento de 3 milhões de reais do Fundo Setorial do Audiovisual!!! Com esses valores fechamos o orçamento de ambos os projetos, garantindo a filmagem deles no ano que vem.

Obrigado BNDES! Obrigado ANCINE!

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